Eu lhes pergunto para não afirmar de cara, o quanto isso é verdade?
Quantas vezes nos fazem e fazemos promessas que não podemos cumprir
só para não ter que dizer 'não te amo mais', não quero voltar ou
você já não faz mais parte de mim como antes?
Porque adiamos o sofrimento alheio como se fosse servir de consolo?
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Eu não quero mais essa dor Eu não quero mais essa incerteza, certeza de que nunca mais seremos um. Eu não quero mais eu desse jeito, como quando sou estou sem você. Me quero de volta. Eu não quero mais essa dor Me quero de volta. Eu não sou sem você. Não eu, não a do sorriso fácil. Esse eu, sem você que eu sou Não quero, obrigada. Pega de volta.
Olhos castanhos, pele dourada, corpo em flor.
Uma flor que desabrocha, se enche de amor.
Cabelos cor de chocolate,
dançam na brisa de outono,
sorriso matreiro, lábios em tons rosados
como que emprestados da flor.
Flores coloridas por todas as tintas
percorrem seu corpo sem pudor,
mostram, se mostram, escondem-se num jogo indolor.
Onde não há perdedores, vencedores,só a descoberta do amor
agora está frio, a luz amarela.
cheios e VAZIOS.
VAZIO.
CHEIO.
de tudo
de nada.
e a vida, como anda?
em tons de cinza.
uma gama de matizes que se multiplicam
à cada raio de luz amarela, cinza e cobre.
Todas as vezes que nos encontramos ou você está pequena ou grande demais e quando finalmente nos igualamos você vai embora... [Chapeleiro Maluco para Alice de Tim Burton]
Se Alice eu fosse, acho que não resitiria àquele pedido, àquele olhar ...
Ele quase morreu por ela duas vezes no filme.
Esperei o beijo.
A permanência.
Mas, como a vida não é um conto de fadas, nem mesmo o Tim Burton ousaria tanto.
Depois logo após essa outra: 'eis o que tenho de suave e me fazes tão mal'.
Esse dia foi repleto de rés... de olhares atrás, que fazem lembrar mais...
Como chama algo que não pode ocupar o mesmo espaço, mas não sobrevive sem?
Amor?
Masoquismo?
Gosto pelo gasto? Pelo estrago?
Esses dias eu li que amor não sobrevive a tudo e fiquei tão feliz, tão otimista.
Num resumo rápido, o texto falava que o amor é uma plantinha, uma rosa, não sobrevive entre ervas daninhas,
e pouts foi um tapa na cara daqueles que crêem firme e cegamente no amor, mas claro aqueles que se permitem abrir os olhos, porque se se é cego de nada adianta mil palavras, fatos e afins. O amor sozinho não é nada, não é ninguém, não alimenta. É uma palavra com espaço antes e depois, de nada e para nada serve.
Amor é 25%... Assim como o Sexo. Os outros 50% é que são 500.
Quer amor? Respeite.
Quer ser amado? Dê-se ao respeito.
Seja inesquecível do seu jeito.
Com seu sorriso tímido, suas jujubinhas coloridas. Sem firulas, sem fogos de artifícios.